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De olhos sempre abertos

-- 27/05/2003 --

Para manter seus 15 sites brasileiros em perfeito funcionamento, a GlaxoSmithKline conta com o monitoramento do WebWatch, serviço oferecido pela 3Elos

Não basta ter site na internet, ele tem de funcionar. E isso não envolve somente o enorme trabalho de mantê-lo 24 horas no ar, todos os dias. É preciso que as imagens estejam sempre disponíveis, que os links não falhem, que nenhuma informação seja alterada indevidamente. Ou seja, é fundamental que, a qualquer hora que os visitantes entrem, o conteúdo esteja totalmente disponível e íntegro.

Pensando nisso, a GlaxoSmithKline (GSK) utiliza o WebWatch, ferramenta de monitoramento para aplicações Web desenvolvido pela 3Elos Segurança em TI. “O serviço não garante a segurança, mas ele avisa da forma mais rápida possível se há algo errado nas nossas páginas”, define André Lemos, coordenador de telecomunicações e segurança da GSK.

A companhia do segmento farmacêutico tem cadastrado ao todo 15 sites, entre eles o institucional, a página de informações médicas para os profissionais da área e o site para compras online de seus fornecedores de materiais diretos e indiretos. O WebWatch transforma esse cadastro em um banco de dados e em cima disso compara a integridade e disponibilidade das páginas que estão no ar, periodicamente – de acordo com a freqüência programada. “É importante identificar a parte do site que é estática – porque nesse caso o sistema consegue analisar disponibilidade e integridade do conteúdo – das áreas que são dinâmicas, em que só é possível checar a disponibilidade”, aponta.

O executivo destaca que o funcionamento do serviço é muito simples. Não foi necessário instalar nada, nem comprar ou mudar algo no ambiente. O WebWatch é um serviço totalmente externo, realizado a partir dos servidores da 3Elos. “A vantagem é que as informações da condição das páginas vêm de uma visita de outro provedor. Afinal, nossa equipe, em geral, acessa o site para manutenção e não para consulta. E sem um sistema desses, quando há problemas, são os clientes que acabam nos avisando e isso não é bom para a imagem da empresa”, destaca Lemos. Dessa forma também é possível medir a qualidade de serviço do provedor que hospeda os sites da GSK. Quando há alguma falha, Lemos recebe alertas pelo celular. Relatórios mais completos são enviados por e-mail tanto para ele como para outros executivos que o coordenador designou.

A necessidade de um sistema de monitoração surgiu em 2001, quando os sites da empresa começaram a crescer muito e ficou humanamente impossível realizar o trabalho de manutenção e gerenciamento sem ferramentas para tal. “As outras soluções desse tipo disponíveis no mercado demandavam instalações no meu ambiente. Além do inconveniente, não fazia muito sentido tê-las internamente”, avalia Lemos. Para completar, quando a empresa colocou na ponta do lápis os custos das duas opções, descobriu que era cinco vezes mais barato aderir à solução da 3Elos do que comprar um software a ser instalado na empresa e bancar o esforço de administração .

A cobrança do serviço é medida em função da freqüência com que o cliente opta para ter o site vistoriado e pelo tamanho das páginas monitoradas. “E o valor final fica bem transparente para o cliente, uma vez que é possível calcular antes de qualquer mudança os gastos gerados”, enfatiza o coordenador. A satisfação com o sistema talvez leve a GlaxoSmithKline a aplicar o monitoramento em sites em outros países. “Mas a decisão é de cada subsidiária. Nós só vamos informar às outras que utilizamos o sistema aqui e como ele funciona”, expõe Lemos.

Matéria original
http://www.informationweek.com.br/noticias/artigo.asp?id=38123

Fonte: Information Week, maio 2003

 

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